[C'est la vie]

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Hostess and confident, almost as Mrs. Dalloway!
BRASIL , Sudeste , RIBEIRAO PRETO , Mulher , de 20 a 25 anos , Portuguese , English , Arte e cultura , Cinema e vídeo , Música e as outras janelas da vida.
 


[Poeira se escondendo pelos cantos...]

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[Outras margens do rio...]
O IMpaciente inglês
Afraid of Living
Descafeinado, por favor
Sisifo's Curse
I may be paranoid, but not an android
Bisbilhoteira de Plantão
Bloco do Eu Sozinho
Brainstorm
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Coisas Óbvias e Lugares Comuns
Desentupidor Cultural
Eloqüência
Enloucrescida
In My Life
Mas Tudo Bem
Metalinguagem
João Cleido
Passando as Roupas
Por Enquanto
Querem Me Enlouquecer
Sabedoria da Mentira
Solilóquios
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Thoughts
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[That is what we do. That is what people do. They stay alive for each other.]
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Oi, pessoal!

Como vocês já perceberam, o blog passou dessa para uma melhor.
Isso pq Sofia Gaarder, um "ser" criado em meados de 2002
para extravasar o que me saía pelos poros, não é mais necessária.

Valeu muito experimentar ser o que se tem vontade com outra identidade para não haver
machucados quando houve medo, despreparo.
Valeu muito perder a desconfiança, acreditar em mim.
Em breve, pretendo fazer um blog original - meu e do meu "eu-profundo", e não mais de "outros eus".

Deixo um grande abraço às pessoas e personagens que conheci por aqui e que
até hoje continuam comigo no Orkut, no MSN, nos e-mails.

Enfim, a gente se lê!

Karen Kroll



Postado por: Sofia Gaarder às 01h58
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Eu não sou o que você quer.
Eu não sou o que você é.

Eu sou isso que vê.
Basta a mim, e basta a você...
...se você quiser.

2005 de luz para vocês



Postado por: Sofia Gaarder às 22h54
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I'll be right back...

...bem, acho que sim!

(Foto do gnomo do jardim do pai da Amélie Poulain enviada por Horikawa)



Postado por: Sofia Gaarder às 13h09
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"Eu não gosto do bom gosto


Não gosto do bom senso


Não gosto dos bons modos, não gosto..."

 (São apenas "Senhas".)



Postado por: Sofia Gaarder às 11h59
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"A vida é uma sombra errante;
um pobre comediante,
que se pavoneia no breve instante
que lhe reserva a cena
para depois não ser mais ouvido.
É um conto de fadas, que nada significa,
narrado por um idiota cheio de voz e fúria."

(in Macbeth)



Postado por: Sofia Gaarder às 00h51
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Só sofre aquele que espera algo de alguém.
Quem não tem esperança só recebe boas notícias.

 



Postado por: Sofia Gaarder às 14h08
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Sit tib terra leuis

Não creme. Enterre.
As cinzas ajudam adubar, 
mas se perdem com o vento.
A carcaça bem enterrada faz brotar mais rápido
as flores latentes que aguardam uma forcinha pra ver a luz.

Que a terra lhe seja leve

 

 



Postado por: Sofia Gaarder às 13h13
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"...é incrível a força que as coisas parecem
ter quando elas precisam acontecer..."

Praia dos Meirelles - Fortaleza/CE



Postado por: Sofia Gaarder às 13h30
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Para uma pessoa que precisa
encontrar-se

"Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha
Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso. E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu..."

"Lua Adversa", de Cecília Meirelles

(Diz pra mim qual é a graça, diz... Wake up!)



Postado por: Sofia Gaarder às 02h30
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A way of loving
Carlos Drummond de Andrade

The gardener would chat away with the flowers, and they grew used to the dialoguing. He would spend whole mornings telling tales to a carnation or listening to a geranium's conficences. The sunflower did not quite take to him, however, either because he was not a good-looking man or because sunflowers are naturally stuck-up.
All the gardener's efforts at being in the sunflower's good graces were in vain; it would go so far as to bend away from the light so as to avoid looking at his beaming face. The situation was quite embarrassing, one upon which the other flowers never commented. Even so, the gardener never neglected watering the sunflower, or, when necessary, renewing the earth around it.
The owner of the garden felt that his employee wasted too much time standing in front of the flower beds, apparently idling, his hours away. So he saked him, after properly signing his work papers.
Upon the gardener's departure, the flowers grew sad and blamed themselves for not having prompted the sunflower into changing its attitude. The saddest flower of all was precisely the sunflower; it could not resign itself to the man's absence.
"You mistreated him, and now you repent?"
"No", it replied, "I'm sad because now I won't be able to mistreat him anymore. That's my way of loving, he knew it and he liked it."

Nunca mais serei o jardineiro. E muito menos serei o girassol.
Ponto.



Postado por: Sofia Gaarder às 12h00
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Queria mesmo era ser o gnomo do pai da Amélie.
E também ver nos detalhes de todas as pessoas (e não só de quem gosto)
uma particularidade bonita de se admirar.
Não me sinto bem colocada, mas me sinto bem.



Postado por: Sofia Gaarder às 01h24
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Atemporalidade e Espelho

Shakespeare, Geoffrey Chaucer, Guimarães Rosa, Machado de Assis, Oscar Wilde...
Imortalizados por caracterizarem a alma humana, a cor local em papel.
Em qualquer lugar da cultura ocidental, em qualquer época, Othello está lá.
Eugênias, Bentos, Sorôcos - mães - filhas, vendedores de indulgências e esposas de Bath.
Esse negócio de arquétipo é mesmo algo que não se pode evitar.
Já fui a namoradinha do Dorian Gray,
já fui meio Capitu, um quê de Desdemona e até de Mabacabéia...
...quem será que eu sou agora?



Postado por: Sofia Gaarder às 13h54
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International Translators Day

Essa sim é a profissão mais velha do mundo, pq sem traduzir e interpretar como é que
a mocinha "chegaria" no cliente?
E é por isso que eu digo: vida sem tradutor é igual a computador sem modem.
Parabéns, colegas!
Que Deus lhes confie sempre com competência e objetividade essa difícil tarefa de mexer com as línguas!



Postado por: Sofia Gaarder às 01h58
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"Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo."

(Carlos Drummond de Andrade)

E em alguns dias e poucas horas de muita felicidade eu me permiti ser feliz de novo...
De presente, veio tudo o que sempre quis:
***Meu Du!***





Postado por: Sofia Gaarder às 13h51
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A MORTE

A morte também pode ser a configuração da finalização definitiva de um ciclo de vida.
Sempre que mudamos uma nova atitude ou novas circunstâncias podem ocorrer,
morre a postura antiga, que jamais voltará a original.
Sim. É fato que se se banha no mesmo rio duas vezes na segunda as águas já não
são as mesmas. É uma questão de postura diante do cotidiano, de escolhas.
A partir do momento que afirmamos com autoridade qualquer coisa,
mostramos que não temos consciência de que não há verdade a ser afirmada.
Heráclito e Sócrates ensinam. Nós que o digamos.



Postado por: Sofia Gaarder às 00h28
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À prateleira empoeirada aspiramos.

(In "Possession", the movie, by Christabell La Motte)

É isso mesmo.
Quero saber de tudo, tecer minhas produções desconstruindo.
Desconstruir, digerir, colocar pra fora.
Quero saber sempre, pq ainda assim não saberei de nada.

 



Postado por: Sofia Gaarder às 21h51
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Quem me dirá não o que desejo nem o que sei
Mas aquilo de que preciso
Sem botar nem tirar uma sílaba?
Quem saberá contar o enredo
Sem alterar o tom, o teor e o desfecho
Sem errar, nem mudar uma vírgula?

Toda amizade tem seus deslizes
Da empolgação à desilusão
É o afã que a gente tem
Sabendo onde vai dar
Num cenário idealizado

Bem que o desejo fala mais claro
Diz logo ao que vem sem enrolação
Mas se alguém insiste em ficar olhando na dor
Ora, faça-me o favor!

Eita Djavan! Sempre cantando o que a gente precisa pra dançar conforme a música.



Postado por: Sofia Gaarder às 16h59
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AMOR VINCIT OMNIA

A gente se impede de ser feliz.
Tem mania de pensar que não é a hora. Mania de dar voz ao passado que já morreu e fazê-lo vagar por aí...
Quem essa dor pensa que é para escolher os nossos momentos?
Ela nos confunde. Embaralha direção e caminho, opção e destino.
É quando a gente se permite ousar que a alma fica plena.



Postado por: Sofia Gaarder às 14h33
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Gostaram do template novo?
Eu tbém amei!!!
Agradeçam ao meu lindão:
http://oimpacienteingles.zip.net/



Du, vc é encantador, em todos os sentidos.
Não só por essa surpresa linda de acordar hoje e dar de cara com esse
presentão, mas por tudo que você representa com tanto
carinho para mim.



Postado por: Sofia Gaarder às 23h19
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Velut luna

Como pode a mudança tão esperada vir tão rápido
(se é que isso é possível...)
 e por rotas tão surpreendentes?

 

 



Postado por: Sofia Gaarder às 02h05
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Obrigada pela sua visita!